Culturettes
29/04/2009
Vários advérbios podem descrever o novo álbum de PJ Harvey, desde que sempre acompanhados do adjetivo ‘ruim’. Inapelavelmente ruim. Desesperadamente ruim. Imperdoavelmente ruim. Assustadoramente ruim.
Resumindo bem o que esse disco coautoral de PJ e Parish: alguém toca banjo…
… e ela berra por cima como uma cabrita
O sempre tããão afável Álvaro Pereira Júnior (aqueeele do Fantástico, da Globo, também), em sua semanal Escuta Aqui, coluna do caderno Folhateen, do jornal Folha de S. Paulo, sobre A Woman a Man Walked By, da referida cantora.
Muitos cineastas, escritores e artistas são abençoados com a longevidade, mas nem todos chegam à verdadeira tardeza, fase em que a maestria colide com uma sensação inquieta de coisa inacabada, em que a contemplação da mortalidade inspira resignação e ao mesmo tempo revolta.
‘Ufa! Já vi o filme do Charlie Kaufman, não tenho que passar mais por isso’, dizia alguém há dias.
O crítico Inácio Araújo sobre o novo filme do prodígio de Hollywood, Sinecdoche, New York.



19/08/2009 at 05:21
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