Redes sociais – compartilho da opinião

(…) redes sociais não são muito confiáveis: eles vivem mudando suas interfaces, sendo comprados, indo à falência, sendo abandonados, então no longo prazo é importante que a banda tenha um site próprio pra não ser pego de calças na mão pela TPM do Rupert Murdoch um dia.

Outra máxima na discussão sobre essas ferramentas e música no Conector:

(…) muitos artistas fazem marketing digital naturalmente, parecendo fluir junto com o processo artístico (segue o Emicida no Twitter pra tu ver…)

+música
+tecno

Rei ‘salva’ vida de transeunte da gagueira

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Foi abordada por Roberval Uzeda, 45, funcionário público, que anunciou: ‘Olha aí, eu tenho uma pra contar. Eu era gago, e o Roberto Carlos me tirou da gagueira. Salvou a minha vida, brother!‘.

O homem olhou para a câmera e cantarolou uma estrofe de Como É Grande o Meu Amor por Você. Explicou: ‘Cantei isso pra minha negona, deixei de gaguejar e ganhei a mina. Hoje, quando a gente se encontra, é o maior ‘love’. É pra televisão?‘.

Eduardo Coutinho faz audição para novo projeto no Rio

Jornal de domingo – Ensaio sobre a gagueira e +

Jornal de domingo (passado) – Cristina, fina?

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Até as fofocas sobre Cristina ganharam um tom pungente. Como a crise de choro e gritos a bordo do avião presidencial de Florencia, 19, filha da presidente, levada à cúpula do G20, em Seul. ‘Mãe, não quero que você se candidate outra vez. A política levou meu pai e vai levar você também‘.

Cristina também foi a primeira líder da América Latina a aprovar o casamento gay. Mas só depois de uma viagem que já tinha agendada ao Vaticano. ‘Não estraguem a minha viagem para ver o papa!’, reclamou a um político que pedia celeridade ao projeto de lei.

(…) pela primeira vez os estudantes da Argentina ficaram atrás do Brasil nas notas de matemática, ciências e leituras do exame internacional Pisa. O Brasil está em 53º lugar e a Argentina em 58º, ambos atrás de Chile, México, Colêmbia e Uruguai.

Na última revista Serafina, da Folha.

Jornal de domingo – Cristina no ‘Sítio’

(ainda na Serafina) Sílvio 80

(…) à 1h da madrugada soou o alarme de roubo em sua casa no Morumbi. Vestindo um pijama, ele acalmou a mulher e as filhas e levou-as para um quarto blindado. A partir daí foram cenas de um filme policial. Trinta militares cercaram sua casa, um helicóptero da polícia sobrevoou o local e logo uma pequena multidão se posicionou em frente à sua casa. Por sorte o ‘invasor’ era um galho de árvore que caiu na cerca eletrificada.

Serafina

Jornal de domingo – ‘Mick se vê como o CEO dos Rolling Stones’

Mick é muito envolvido com as capas dos CDs sob um ponto de vista puramente financeiro. Isso porque uma banda como os Rolling Stones faz muito mais dinheiro com a capa do que com a música, já que a capa é a origem dos artigos de merchandising. Quando fiz a capa de Bridges to Babylon, ele pediu para criar algo que fosse como um logotipo, que servisse no palco e também em bonés de beisebol, em camisetas, em jaquetas de couro… Foi feito de tudo com o logo do álbum. Venderam 2 ou 3 milhões de cópias do disco, mas venderam um número de camisetas que gerou uma renda muito maior. Fiquei surpreso em ver que alguém que já tem tanto dinheiro ainda leva o dinheiro tão a sério. Mick é um homem de negócios e se vê como o CEO dos Rolling Stones.

O designer austríaco Stefan Sagmeister, em passagem pelo Brasil, na revista sãopaulo, da Folha de semaaaaana passada.

Você ainda vai ler o livro e depois ver o filme do livro com ‘uma mão’ dele

. Música Olhos nos Olhos, de Chico Buarque, vai virar filme pelas mãos do diretor Karim Aïnouz (de Viajo porque Preciso, Volto porque Te Amo; O Céu de Suely, Madame Satã e a série de TV Alice);

. Outras nove músicas do ‘bardo’ foram compradas para um especial em capítulos da Globo;

. Biografia Vale Tudo – O Som e a Fúria de Tim Maia, de Nelson Motta, tambem vai ao cinema, com direção de Mauro Lima (Meu Nome Não é Johnny e Ó Paí, Ó, a série);

. Livro Cordilheira, de Daniel Galera, vai pra tela grande pelas mãos de Carolina Jabor (de um dos episódios de Ó Pai, Ó);

. Estrela Distante, do hypeado chileno Roberto Bolaño (e não é pelos 33 mineiros!), tambem aguarda adaptação, ainda que sem diretor(a) definido.

Tudo isso pelas mãos do Rodrigo Teixeira aí em cima, da RT Features (responsável, entre outras coisas, pela coleção Amores Expressos, da editora Companhia das Letras), em matéria n’O Globo do começo do mês que, infelizmente, está fechada :(

ATUALIZAÇÃO: deu na Folha tambem…

+Chico
+cinema
+ livros
+cinema e livros
+música
+Bolaño

‘Quem não engoliu a história foi João Gilberto…’

A química daquele encontro resultara num mágico LP de dez faixas, cuja capa mostrava Sinatra ao microfone e Tom ao violão, envoltos numa névoa de cigarros, perfeitamente adequada para a época [nota do blogueiro: Mad Men-feelings].

Por que Tom ao violão, e não ao piano, que era o seu instrumento? Porque, como ele me contou [ao Ruy Castro, que escreveu a matéria, no caso], os americanos de 1967 ainda não estavam preparados para um mortífero ‘latin lover’ -como tentaram vendê-lo – que não tocasse violão. Quem não engoliu a história foi João Gilberto. Ele achava que Tom deveria tê-lo convidado para tocar violão no disco.

Mas Tom nunca se arriscaria a que João Gilberto tentasse corrigir a afinação de Sinatra ou quisesse obrigar o homem a gravar uns 50 ‘takes’ de Dindi.

Lançamento resgata originais de Sinatra e Jobim, na Folha, fechado.

+som

Bookcrossing* ROOTS!

O modismo chamado O Código Da Vinci, o romance histórico-policial de Dan Brown, estava no auge quando o Eurostar, serviço europeu de trens de alta velocidade, divulgou a notícia de que, ao cabo de um ano, quase mil exemplares do best-seller haviam sido deixados na linha Londres-Paris.

‘O que pensar disso?’, perguntou-se uma colunista, chocada. ‘Devemos achar que as pessoas jogam livros fora como se fossem lenços de papel?’, perguntou outro articulista – ambos na França. ‘Sinal da má qualidade da trama’, concluiu viperinamente um suplemento cultural. ‘Quantos exemplares não foram atirados pela janela ou descartados no vaso do toillette!?’, debochou o colunista.

Os promotores do filme baseado no livro não demoraram a usar a notícia a seu favor. O mistério dos livros perdidos se converteu em jogada de marketing. O fenômeno seria um sinal do envolvimento dos tantos leitores que, no embalo de Dan Brown, pegavam o trem para visitar o Museu do Louvre para ver de perto a tela do pintor renascentista.

O primeiro mundo é um mito – #fato!

Das 700 mil bicicletas que circulam por Amsterdã, capital da Holanda, cerca de 100 mil são roubadas todos os anos;

O maior ladrão de magrelas do mundo? Canadense. O número de delitos: 2.865;

Por um euro a hora, parisienses tinham à disposição 20.600 bikes. 80% delas sumiram em dois anos;

Copenhagen, Dinamarca: 16 mil biciletas roubadas por ano;

E só pra variar um pouco agora: um furto de bike por segundo na China.

Da revista São Paulo, na Folha de semana passada.