Rodrigo Amarante >> ‘faculdade de jornalismo foi depressão do caralho’

Eu gosto de estar sozinho, mas não gosto de solidão.

Minha saudade é uma coisa que cultivo sem o menor sofrimento.

Se não tivesse feito jornalismo, não estaria no Los Hermanos. Conheci pessoas incríveis naquela faculdade, mestres, pessoas que viraram professores. O curso em si foi uma depressão do caralho. Enfim, estudei muito, tive aulas maravilhosas, aprendi francês. Mas não me formei porra nenhuma. Tivemos de sair antes. Bruno [Medina, tecladista] conseguiu se formar, sei lá como.

Ele é como se fosse família, um irmão. A gente cresceu e aprendeu a ser adulto junto. Digo que grande parte de eu ter virado compositor era de ver o Marcelo compondo e querendo fazer parte de um diálogo com ele.

R.Stone

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‘É uma época interessante para ser #MileyCyrus’ [essa feminista]

‘Acho que é um momento importante para não procurar meu nome no Google’

‘Ninguém fala do homem por trás da bunda. Foi muito ‘Miley se esfrega com Robin Thicke’, mas nunca ‘Robin Thicke encoxa Miley’. Só falam sobre quem se inclinou, então, obviamente, há dois pesos e duas medidas’.

Kanye West > ‘Não acredito em muitos artistas mais do que em você agora’.

Estacionada perto de nós há uma Range Rover preta. ‘Não vou mentir’, diz. ‘Acho que pode ser do Bieber’. Pergunto se ela anda com ele. ‘Um pouco’, conta, ‘mas não muito. Não sou tão mais velha que ele, então nunca quero sentir que estou sendo uma mentora. Só que sou isso de certa forma, porque estou nesta há muito tempo, já fiz a transição, e acho que ele ainda não chegou lá. Ele está tentando muito’. Ela acrescenta: ‘As pessoas não o levam a sério, mas ele realmente sabe tocar bateria, guitarra, cantar. Não quero vê-lo estragar tudo, que as pessoas pensem que ele é como o Vanilla Ice. Eu digo: ‘Você não quer virar uma piada. Quando sair, não faça merda, não fique sem camisa. Só que’, ela ri, ‘acho que os meninos estão sete anos atrás, então a cabeça dele é de, tipo, 12 anos’.

Já em Los Angeles, o telefone dela apita. ‘É por isso que amo tanto o Pharrell’, ela conta, e lê em voz alta uma mensagem que ele enviou. Tem pelo menos mil caracteres e ela rola a tela. ‘O VMA não foi nada mais do que Deus ou o Universo te mostrando o poder de tudo o que você faz’, diz um trecho. ‘É como o urânio – tem o poder de acabar com vidas ou dar energia a países inteiros. Agora que você viu seu poder, domine-o’.

‘Você não é um desastre’, ele diz no fim da mensagem. ‘Você é quem conduz todo mundo’.

 Íntegra @ RS>BR

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CRIOLO >> ‘eu engordei, agora eu como’

Eu engordei 15 quilos, agora eu como.

A gente fala em tom de brincadeira, mas é sério. Os meus amigos de tantas caminhadas do Grajaú para o centro, eles sabem quantos deles me pagaram almoço, janta e tantas outras coisas, que eu não vou tecer aqui uma teoria do coitado, porque a música não merece isso. Você tem que vencer por excelência do seu esforço.

via > Rolling Stone Brasil

+Criolo

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KEEP CALM AND #GETLUCKY!

Sem pirotecnias vocais, sem um refrão prenunciado por um break instrumental e – excetuado o uso ocasional de um vocoder (sintetizador de voz) -…

… sem qualquer das marcas registradas dos discos do Daft Punk que se tornaram a assinatura sonora do pop dos anos 2000.

Deve existir algo de revelador no fato de que os dois maiores singles do ano – ‘#GetLucky’ e ‘#BlurredLines’, de Robin Thicke nada tenham a ver com o rave-pop de fórmula repetitiva que domina as paradas nos últimos anos.

Canção do ano, ‘#GetLucky’ aponta mudança

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Julio Ibelli