‘Simplesmente pegou uma tesoura e cortou a ponta do crachá’

(…) namoros entre funcionários eram não só proibidos, como punidos exemplarmente, em rituais de nítida conotação militar. (Afinal, ambos os países [Brasil e Paraguai] eram governados por ditaduras militares.)

“Um jovem engenheiro apaixonou-se por uma das bibliotecárias vindas do Rio de Janeiro. (…) A paixão foi correspondida. Foram vistos pelo canteiro, algumas vezes de mãos dadas. O assunto chegou à diretoria, que decidiu pela demissão do rapaz. Ele conta que chegou a chorar quando o encarregado de pessoal simplesmente pegou uma tesoura e cortou a ponta do seu crachá. Era o ritual que o desligava de Itaipu.”

Na revista Brasileiros, que também publicou minha dica cultural na mesma edição de abril.

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