Em Cuba, emos existem e também são gente esquisita

(…) uma geração de cubanos nascidos depois de 1980 viveu quase toda sua vida atormentada pela escassez. É para essa geração que a crise interminável teve seu maior efeito, e nela podemos agora ver claramente o que pode ser chamado de dano colateral: a escolha devastadora entre partir para o exílio, aumentar a marginalização e o comportamento violento, a alienação e a geração de tribos urbanas de gente esquisita – emos, roqueiros, rastas…

Porque, mesmo que a crise não nos assuste, ela deixa marcas, algumas indeléveis.

O equivocado escritor cubano (seria do partido também??) Leonardo Padura Fuentes, em A Verdadeira Marolinha, no Oesp de domingo e, infelizmente, sem link.

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