Jornal de domingo (passado)

(…) a ideia dos “hieróglifos visíveis” (…): todos os fragmentos e imagens constituem o lugar de uma verdade escondida. O crítico cultural é o detetive, ou o arqueólogo, dessas imagens que a cultura moderna da distração revela mesmo quando se esforça por esconder.

Francisco Alambert explicando no Caderno 2 do Oesp de domingo passado (calma, já venho com a minha defesa pelo atraso) uma das teorias de Siegfried Kracauer, na resenha do livro deste autor, O Ornamento da Massa, recém-lançado no Brasil. Agora a defesa prometida: tava guardada a matéria, na fila de leituras, só consegui pegar nela esta madrugada mesmo…

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