Contradições do indie brazuca

É preparar-se para perder o estrelismo indie brasileiro

Fernanda, vocalista da banda nacional Lucy and the Popsonics, sobre cumprir agenda de shows Nos Estados Unidos em uma van pelas rodovias daquele país (como se fosse um martírio parecido com o de enfrentar as nossas, ao que parece).

Agora a pergunta que não quer calar: ‘estrelismo indie brasileiro’? Onde?? Me mostra, ‘pfvr’??? O Romulo Fróes (bombando aqui no Papa) tem um pitaco sobre o mesmo assunto:

Em 99% das vezes não consigo nem ao menos ouvir minha própria voz, dada às precaríssimas condições dos lugares em que costumo tocar

A declaração da Fernanda e as próximas são da Rolling Stone de fevereiro que só estou lendo agora, atrasado:

A gente grava em qualquer biboca

O DJ Gorky, do Bonde do Rolê, último no trenzinho da foto acima, sobre o vídeo das gravações para o novo disco com o DJ Chernobyl. É isso aí, representou, logo o Bonde, tão criticado.

 

UPDATE: isso daqui que eu acabei de ler no blog do Bruno Nogueira, lá de Recife, o Pop-Up, também é sintomática sobre a ‘cena’:

As bandas estão ficando mais exigentes, como se enxergassem o festival como um plano de sustento, quando deveria ser de formação de público e continuidade de carreiras. Por isso muitos nomes que queriamos acabaram não entrando, mesmo não sendo atrações tão grandes assim. É uma contradição interessante, considerando que esse é um ano que todos os festivais vão ter orçamento menor.

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