Lendo coisa véia #2: COMBO

(…) Renato Russo sabia ser bem insuportável. Era o chato do gênero ‘cabeça’. Metido a cinéfilo, certa vez se irritou com o enredo convencional de Brubaker, filme estrelado por Robert Redford – e se levantou no meio do cinema para insultar, aos gritos, a plateia “burra” que apreciava aquele lixo de Hollywood.

Veja

 

Uma pesquisa sobre o folhetim [Caras e Bocas] concluída na semana passada pela Globo apontou que o animal [o macaco] – que na verdade é uma fêmea, de nome Keith – é tão popular quanto o casal protagonista.

Idem

 

Uma mulher silenciosa e quase careca arrancava os poucos cabelos que lhe restavam. Ela não sabia onde estavam a filha e a neta.

Um jegue morto parecia brotar do chão -só dava para ver a cabeça. Um bezerro semissoterrado gritava por socorro.

“A gente encontrou um homem e um menino pendurados em uma árvore. Eles não conseguiam falar o que tinha acontecido. Estavam há quase dois dias sem comer e os olhos deles perderam a vida

 

Fico pensando no menino inglês Alexander Bjoroy, de 11 anos, que estava desacompanhado no voo AF 447. Alex tinha passado um período de férias com os pais que moram no Brasil e voltava para a escola na Inglaterra. Viajei sozinha de avião com essa idade diversas vezes e lembro que, apesar de todos os paparicos recebidos das aeromoças, ter de cumprir o percurso entre o Brasil e a Europa no ventre do monstro mecânico sem o amparo dos pais é uma sensação desconcertante para uma criança.

Confio que Alex tenha encontrado alguém em quem se apoiar, que não tenha tido tempo de experimentar medo ou sentir-se abandonado.

(…) eu quero crer que, quando as coisas começaram a dar errado no voo da Air France, um dos comissários tenha se disposto a sentar com o menino e a envolve-lo nos braços.

 

‘Na cama com uma mulher você xinga e é xingado. Essa realidade não pode ser transportada para a música”, diz o cantor. “Quem faz versos encontra barreiras. Fico eternamente no limite entre a baixaria e a poesia

 

vilamatas

‘Escrevo o que me acontece nas viagens antes mesmo de viajar, por vezes. E, quando faço a viagem, tento realizar algumas das coisas que contei para que se cumpra o que escrevi”, conta [o autor Enrique Vila-Matas], sobre os textos que publica aos domingos no jornal El País.

 

Outro destaque do filme [A Festa da Menina Morta] é a participação de Paulo José, que visitou o set e acabou no filme. ‘Ele disse que poderia fazer um padre, um louco ou um bêbado. Eu sugeri que ele fizesse um padre louco bêbado’, conta o diretor [Matheus Nachtergaele].

Página do cinema.

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