O ‘anticristo’ Lars Von Trier e a religião

o fato de nascer em um país protestante já deve implicar certo número de culpas marcadas na minha identidade, mesmo que eu não seja um sujeito religioso.
Qual o sentido de Deus em seus filmes?
 

(…) o fato de nascer em um país protestante já deve implicar certo número de culpas marcadas na minha identidade, mesmo que eu não seja um sujeito religioso.

Qual o sentido de Deus em seus filmes?

Nenhum. Deus não existe. Meus pais sempre foram ateus. Hoje, é como se eu pudesse devolver a Deus algumas coisas que aprendi sobre ele, e assim colocar minha vida em ordem.

O quase brilhante cineasta dinamarquês Lars Von Trier (de Anticristo, Dogville, Manderlay e Dançando no Escuro, com a Björk), em entrevista à revista Bravo de agosto.

 

‘Sou o melhor diretor do mundo’

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