Se funk não é cultura, o que é?

(vire funk, desligue o homem)

Na semana passada, a Folha realizou sabatina com o ministro da Cultura, Juca Ferreira. Um dos temas surgidos na conversa foi o Vale-Cultura. Perguntaram ao ministro o que ele acharia se alguém usasse o subsídio para assistir, por exemplo, a um show de funk.

Para parte da intelectualidade deste país, funk não é cultural o suficiente. E o que é? Show do Marcelo Camelo? Filme do Cacá Diegues? Peça do Zé Celso? Sou mais frequentar baile de funk.

Folha de S. Paulo

 

+ mimimi:

‘Woodstock, a maior roubada de todos os tempos’

 

UPDATE: Rio quer transformar funk em movimento cultural

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Uma opinião sobre “Se funk não é cultura, o que é?”

  1. Funk brasileiro é lixo, não é cultura. Estilo de música imoral(obscena, ofensiva), que incentiva a criminalidade e desmoraliza as mulheres não pode ser chamado de cultura. O funk carioca é uma joça, não é nada comparado ao funk americano, que surgiu nos EUA nos anos 60 e dentre suas maiores personalidades, destacou-se James Brown(1933-2006). Rock, Axé, Pagode, Hip Hop, Reggae e o True Funk(O funk dos estadunidenses) são músicas que valem mais a pena apreciar do que o funk carioca.

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