Uma tarde na central da Mostra

A reportagem da Folha passou uma tarde no escritório central. Tratava-se do último dia para a tomada de uma série de decisões, pois o catálogo estava sendo finalizado. ‘Tem que arrumar o logo da Faap’, dizia um. ‘O Maradona vem. Precisa mudar a data do filme’, dizia outro, inquieto. Depois de minutos parada à porta da sala de Leon Cakoff, com medo de interrompê-lo no instante errado, uma moça exibe a fitinha dos crachás e credenciais. ‘Não tem o ano‘, observa, contrariado, Cakoff. ‘Mas tem a cara do ano, Leon. Tá boa’, contemporiza Renata Almeida. Ao se dar conta do quê surreal do diálogo, ela autoironiza: ‘Somos pouco centralizadores, né?

(…) ‘Oi, quais são as salas gratuitas mesmo?’, pergunta alguém.
Enquanto conversava com a Folha, Almeida folheava o catálogo do ano passado para escolher os filmes que serão exibidos gratuitamente no Masp. Cakoff revisava o texto com a ‘instrução de uso dos pacotes promocionais’. Também estavam ambos atentos aos e-mails com as últimas versões da vinheta musicada por André Abujamra, a partir do desenho da dupla de artistas Osgêmeos, autores do cartaz desta 33ª edição do evento

Será que o poder público acha mesmo que a cultura é importante? Chamar de herói e elogiar não paga as contas

(muito)+cine no Papa

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