Jornal de domingo: ensaio sobre a gagueira e +

Que o Lewis Carroll era gago – assim como o Machado de Assis, eu já sabia, tinha visto em algum lugar e postado no Twitter há um tempinho.

Agora, que o autor de Alice no País das Maravilhas tinha usado a própria disfluência (termo técnico-científico para a gagueira) como inspiração para criar um personagem do clássico, isso eu desconhecia.

Explica-se: Lewis Caroll é na verdade Charles Lutwidge Dogson, e foi justamente a dificuldade para pronunciar o último sobrenome que o levou a inventar Dodo (‘Do-do-dogson’), a ave de Alice.

Quem nos conta mais é o Moacyr ‘Prêmio Jabuti’ Scliar no Mais! da Folha de hoje, infelizmente fechado para assinantes do jornal e/ou do Uol.

Alice extravaganza – Lendo a última Revista da Livraria Cultura, eu também descobri que existe uma Sociedade Brasileira Lewis Carroll (SBLC), assim como outras ‘entidades’ do tipo que ajudam a disseminar a obra do autor inglês pelo primeiro mundo.

A mesma matéria revela que uma professora universitária fez uma tese em que encontrou semelhanças entre Alice e o mais que brasileiro Macunaíma. #nice

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