Saving Amy

(melhor assim, com os peitos cobertos)

Pode ser classificada como a versão feminina de Lenny Kravitz – embora Amy talvez tenha mais testosterona.

São artistas que retomam momentos anteriores do pop e com eles moldam seu repertório. O ruim é fazer isso sem avançar um passinho sequer.

Mas é exagero dizer que ela mudou o pop. Amy não inova, é uma crooner, como dizem os antigos. Ótima, mas careta no palco. A ousadia está reservada às baladas [nota do blogueiro: ‘careta no palco’?? ‘Ousadia reservada às baladas’??? Tem que ver isso aê…].

Duffy, outra britânica novinha que adora o soul sessentista, injeta britpop nesse estilo e soa mais interessante. Mas seu tipo de menina comportada não é páreo na mídia para o furacão Amy.

Nos anos 1970, o roqueiro Alice Cooper alimentava a imprensa voltada aos excessos das celebridades como Amy faz hoje e vendeu milhões sem inovar um acorde.

Trechos (alguns fora de ordem) de análise do Thales de Menezes hoje na Ilustrada.

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