Amy

(…) Pode parecer futilidade sofrer tanto com a morte de alguém que nem sabia de nossa existência, mas como a nossa religião é a música, nos sentimos ligados a esses artistas como se fossemos irmãos de alma. Com seu talento e sensibilidade eles passam a fazer parte de nossas vidas, como alguém muito íntimo que fala conosco através de sua música. E a dor pela sua perda é real, chega a ser física.

A amigue Flávia Durante no G1.

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