(pensei num título para este post, mas ‘tava’ com preguiça…)

O assunto tem me perseguido ultimamente…:

(1)

… seja neste trecho do livro que eu estou lendo – Nada me Faltará, do Lourenço Mutarelli (emprestado pelo meu irmão):

(…) É meio que um modismo. Não vejo mal nenhum nisso de ficarmos desmotivamos. E eu não estou falando só de mim, acho que essa coisa de ficar sem vontade, desmotivado ou cansado, não tem nada a ver com depressão. Isso é uma coisa corriqueira. É o preço disso tudo, dessa estrutura que criamos e que acaba nos consumindo. (…)

Você sabe do que eu estou falando. Falo da forma como a sociedade se constituiu. Falo de nossas rotinas, dos compromissos (…)

(2)

… neste texto quase que fundamental sobre o assunto, capa do último Ilustríssima, da Folha:

Apologia da preguiça

(3)

… em post passado deste mesmo blog:

Jornal/revista de domingo – ‘ A partir de uns versos de catulo’

(4)

… e agora neste sensacional ciclo de conferências sobre o tema, a partir de agosto no Sesc Vila Mariana, em São Paulo:

Mutações – Elogio à preguiça

+arte e sociedade

UPDATE – Tirinha do Adão na Folha de 31.7:

E nos Estados Unidos, ‘preguiçosos’ (só não sei como eles chegam a esse critério sem nem conhecer o sujeito), são limados logo de cara em processos de seleção.

 

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