Zé Celso, droga & família

(…) Tive uma ideia maluca, mas muito sensata. Liberação imediata do comércio das drogas, com controle dos ministérios da Saúde e da Cultura e cobrança de um imposto, mais alto no caso da cocaína, mais baixo no da maconha. Cocaína deve ser vendida com tarja preta. E investir esse dinheiro na cultura. Vão dizer que é loucura… Fumo maconha há 50 anos e sou a prova palpável de que ela me inspirou. Só tenho a agradecer a ela.

(…) Na minha geração, a família era muito mais terrível do que agora. A gente tinha que matar a família.

Sente falta da sua família?

Deus me livre! Eu quero matar.Sinto falta das pessoas, mas os papéis que elas são obrigadas a representar dentro de uma casa são ridículos. Tem que matar seu pai e sua mãe, a entidade, o papel. Atrás dele existe uma pessoa maravilhosa. (…)

Evoé, José

+arte&sociedade

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