Um Nobel entre nós

(…) identidades nacionais não podem sufocar liberdades individuais. ‘Somos pessoas livres, não somos escravos de nossa história e identidade‘.

(…) países emergentes como Brasil e Turquia deveriam ser vistos não como ‘mercados’, mas como ‘humanidades’.

‘Ler um romance é entender o mundo por uma lógica não cartesiana, [é perceber] que não existe uma única verdade e que podemos crer em ideias contraditórias‘.

Orhan Pamuk

+arte&sociedade

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