O problema não é o pornô: e sim a vontade de tentar não consumi-lo

(…) uma pesquisa realizada [pela] Universidade de Utah, perguntou aos estudantes se eles achavam que seu consumo pessoal de pornografia fosse um problema. (…) o pornô por si só não afetava a saúde mental dos universitários; o problema surgia quando eles tentavam controlar a vontade de consumi-lo.

Na revista Samuel;

Jornal de domingo – S.E.X.O.

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