AMOUR

Poucas vezes o cinema de ficção fez um retrato tão duro e tão seco da velhice – aqui, não cabem eufemismos como “melhor idade”. (…)

(…) seus trabalhos anteriores obedeciam a uma lógica perversa (quanto pior para a humanidade, melhor para o meu cinema)

Desprezo. Covardia. Intolerância. Fobia. Sadomasoquismo. Do cineasta austríaco Michael Haneke, podia-se esperar um filme sobre qualquer uma dessas manifestações de mal-estar da civilização. (…)

Com ‘Amor’, Haneke prova que às vezes é preciso muito pouco – um apartamento e dois excelentes atores- para fazer um grande filme e chegar ao ápice de uma carreira.

O amor caiu bem a Haneke.

Trechos da crítica publicada hoje na Folha; pré-estreias em Santos hoje e amanhã, no Cine Roxy Iporanga.

UPDATE – na ÉPOCA, do crítico Sérgio Rizzo:

Para Haneke, quanto mais incomodado o espectador ficar, melhor

Ele usa a estratégia de tirar o público de uma área confortável. Se o espectador sair da sala como entrou, Haneke não atingiu seu objetivo

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