Sobre Clarice, a frágil estrutura da rotina e ‘autores de programa’

Sempre achei que ela [Clarice Lispector] escreve sentada na janela da Casa Grande de si mesma (…)

(…) a palafita que segura o peso do mundo em nossas costas se apoia no cotidiano, no ponto de ônibus e na padaria (…)

A gente é bem puta vagabunda: usa os autores na hora em que eles nos altera a vida e depois continua sem olhar pra trás.

Via;

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