O impasse das marcas na literatura, por Daniel Galera

A primeira palavra que li, aos 4 anos e pouco, foi Sucrilhos. Vivemos em um mundo entupido de marcas e publicidade. Se concordamos que esta é uma das substâncias básicas da vida moderna, somos forçados a concluir que é impossível escrever ficção contemporânea realista sem personagens que adotam ou rejeitam determinadas marcas e produtos. Depois de dizer que um personagem usa camiseta com o logotipo da Dolce&Gabana no peito, não precisamos dizer mais nada sobre ele.

Fábrica de sonhos e burgers – descobri que havia um histórico perturbador de processos por causa de menções a marcas, empresas ou produtos em contexto negativo dentro de livros de ficção

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