Financiamento ao cinema nacional é motivo de gargalhadas no Festival de Berlim*

A platéia formada pelo público normal do evento – que comprou ingressos para a sessão especial – e por jornalistas de vários países começou a dar gargalhadas constrangedoras no início do longa por causa do número exagerado de inserções de logotipos de patrocinadores.

A sala lotada começou ecoar as primeiras risadas quando surgiu o logotipo da Petrobras e continuou por mais algum tempo antes da primeira cena do longa realmente aparecer na tela.

Entre todas as produções vistas pela reportagem da Folha no festival, o brasileiro é o que mais dá destaque a seus ‘apoiadores’ na abertura – vai da RioFilme a Pestana Hotéis.

Do Rodrigo Salem (o jornalista que talvez mais viaje nesse país *rs! – gente boa o cara), na Folha; apesar disso, ele diz que o novo filme de Bruno Barreto (de Última Parada 174 O Que é Isso, CompanheiroVocê Nunca Disse Eu te Amo, sobre a relação da poetisa norte-americana Elizabeth Bishop com a paisagista brasileira Lota Macedo Soares (vivida por Glória Pires), é ‘seu melhor filme em pelo menos 15 anos’.

*Festival de Berlim

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