Copacabana dreams, mon amour!

Nessas condições, imóvel diante da grande miséria nacional, o otário só pode seguir dopado de sol, de cachaça e de magia. Até um dia acabar de vez com essa nossa evidente necessidade do samba, da necrofilia e da saudade!

O sol de Copacabana enlouquecendo certos brasileiros em poquíssimos segundos, deixando-nos completamente tarados, atônitos e lelés. As forças sobrenaturais paralisando-nos. Nós, os fantasmas esfomeados do planeta.

O cineasta Rogério Sganzerla em Copacabana Mon Amour, de 1970 – lembrado pela jovem autora Natércia Pontes em Copacabana Dreams, que o Papagoiaba está lendo no momento.

+rio

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