O reinventor da performance artística é barrado na porta de vernissages

Estou num lugar de fronteira. Entre os brancos, eu fico negro. Meu cabelo me faz negro. A polícia, quando me toma como suspeito, me vê como negro. Se eu fosse um pouco mais negro, eu seria culpado. Mas eu sou só um suspeito.

O brasileiro Paulo Nazareth (que já é chamado de ‘artista pop’ no Pinterest), tido como renovador da performance – mas que é barrado em restaurantes, na abertura de exposições e leva ‘geral’ da polícia na saída de algumas delas; via Folha.

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