‘Vive como burguês pra radicalizar sua arte’?

Vive como um burguês para que possas reservar toda a radicalidade para a tua arte. [Flaubert]

(…) escreve-se melhor quando não existe a angústia suplementar de não haver dinheiro para pagar o uísque das crianças.

(…) Exceções? Sempre houve: casos pungentes de criatividade humana no meio do lodaçal. Mas quem deseja ser essa exceção?

Como dizia o estimável Saul Bellow, eu não conheço o Tolstói dos zulus. Ou o Proust do Sudão. Ofensivo, dizem as brigadas politicamente corretas. Pena que não apresentem esse Tolstói ou esse Proust.

(…) Quem nunca escreveu de pantufas, ou de robe, ou até de pijama, não pode saber o que existe de conforto espiritual no exercício. Recomendo, recomendo.

Trechos – João Pereira Coutinho;

+arte&sociedade

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