Ai Weiwei e esse ~nosso jeitinho~ classe média de ser

Ainda existem tantas crianças que desejam viver contos de fadas, rapazes e moças que desejam se apaixonar, jovens que sonham com sua vida futura, pessoas bem-sucedidas que desejam dirigir BMWs, comprar apartamentos de luxo e arranjar uma segunda esposa, participar de reuniões importantes, discutir assuntos acadêmicos, desenvolver empreendimentos imobiliários, colocar sua empresa no mercado, abrir uma joint venture, expandir seu portfólio de investimentos, vender remédios, produzir, vender entradas para espetáculos, promover, aprimorar… Tantos ‘desejos’, mas nenhuma vontade de respirar. Nenhuma vontade de abrir os olhos. Parece que as pessoas são capazes de existir no sufoco e na escuridão.

O artista chinês Ai Weiwei [talvez o mais importante do mundo hoje | responsável entre outras coisas pelo estádio ninho de pássaro das olimpíadas de Pequim e por isso] em post de 2006 no seu blog, reproduzido em folheto da exposição Interlacing, que aconteceu no Museu da Imagem e do Som de São Paulo.

+Ai Weiwei

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