Arquivo da categoria: consumo

#ROLEZINHO

Há dois modos opostos, portanto, de lidar com o conflito que emana dos alto-falantes de jovens favelados, agora nos shoppings centers.

O primeiro é silenciá-los à força. A desordem deve ser reprimida em prol da boa convivência mercantil.

O segundo é escutar a diferença que enunciam em suas músicas. O samba dos morros já a cantou, depois o rap, hoje o funk. Ritmo, letras e corporalidade são cada vez mais agressivos, por que será? O volume, nem se fala: o canto virou grito e, pasmem…

… segue inaudível.

Jovens que nasceram nas periferias nas duas últimas décadas estão bradando suas demandas políticas em porta-malas de carros financiados. Quadras em ‘p’ resumem ali as alternativas em pauta: ‘Poder e Paz para o Povo Preto’ ou ‘Prisão do Preto Pobre e Periférico’?

Quanto mais se tentar silenciar esses meninos à força, ao invés de escutar o que têm dito, mais barulho eles vão fazer. Ainda há escolha.

Folha

UPDATE | TEM A VER >> O protesto do ostentação

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Arte barata

Não é gente rica que nasceu em berço de ouro’, resume Juliana Freire, da galeria Emma Thomas. ‘São pessoas que deixam de comprar um carro e andam de bicicleta e metrô para poder comprar alguma obra de arte‘.

(…)

Trocando um vício por outro, o designer Albino Papa diz que deixou de ‘torrar dinheiro’ com roupas de grife e começou a comprar obras de arte. ‘Quando comecei a colecionar, perdi esse peso na consciência de gastar igual um desesperado’, conta ele.

Feira com obras baratas atrai novos colecionadores

+arte&sociedade

A primeira promo do ‘Papa’: livro ‘Da Rise and Fall of Da Tower’

Tensão fascista dos consumistas atrasados

O Brasil vive uma ‘falsa euforia’, diz Oliveira. ‘Sobraram para o país os produtos baratos. É a euforia de quem chegou atrasado ao baile, a celebração da derrota da vitória. Todos estão contentes, mas sobre cultura e cidadania não temos nada. Chegou-se aos bens de consumo, mas não à civilidade‘, comenta. ‘Estamos vivendo um fascismo do consumo. As pessoas se detestam, desapareceu qualquer traço de solidariedade pessoal e social. Os valores que a sociedade deveria cultivar, ela não cultiva. Há uma tensão fascista no ar.

Lula virou história

Tem a ver: Gays são agredidos em novo caso na região da Paulista

Jornal de domingo – ‘Mick se vê como o CEO dos Rolling Stones’

Mick é muito envolvido com as capas dos CDs sob um ponto de vista puramente financeiro. Isso porque uma banda como os Rolling Stones faz muito mais dinheiro com a capa do que com a música, já que a capa é a origem dos artigos de merchandising. Quando fiz a capa de Bridges to Babylon, ele pediu para criar algo que fosse como um logotipo, que servisse no palco e também em bonés de beisebol, em camisetas, em jaquetas de couro… Foi feito de tudo com o logo do álbum. Venderam 2 ou 3 milhões de cópias do disco, mas venderam um número de camisetas que gerou uma renda muito maior. Fiquei surpreso em ver que alguém que já tem tanto dinheiro ainda leva o dinheiro tão a sério. Mick é um homem de negócios e se vê como o CEO dos Rolling Stones.

O designer austríaco Stefan Sagmeister, em passagem pelo Brasil, na revista sãopaulo, da Folha de semaaaaana passada.

Bookcrossing* ROOTS!

O modismo chamado O Código Da Vinci, o romance histórico-policial de Dan Brown, estava no auge quando o Eurostar, serviço europeu de trens de alta velocidade, divulgou a notícia de que, ao cabo de um ano, quase mil exemplares do best-seller haviam sido deixados na linha Londres-Paris.

‘O que pensar disso?’, perguntou-se uma colunista, chocada. ‘Devemos achar que as pessoas jogam livros fora como se fossem lenços de papel?’, perguntou outro articulista – ambos na França. ‘Sinal da má qualidade da trama’, concluiu viperinamente um suplemento cultural. ‘Quantos exemplares não foram atirados pela janela ou descartados no vaso do toillette!?’, debochou o colunista.

Os promotores do filme baseado no livro não demoraram a usar a notícia a seu favor. O mistério dos livros perdidos se converteu em jogada de marketing. O fenômeno seria um sinal do envolvimento dos tantos leitores que, no embalo de Dan Brown, pegavam o trem para visitar o Museu do Louvre para ver de perto a tela do pintor renascentista.

Momento jabá de decoração: tapetes da ‘Bibiana-mãe’!

Amigona festeira Bibiana manda avisar que a mamãe anda fazendo tapetes, veja só que legal!

O modelo abaixo já é (quase) meu, mas você pode escolher outros pelo Barbantes Mágicos.

O jabá feito, Bib’s, você agora pode depositar a quantia combinada no banco tal, agência aquela lá, conta… (hehe! – #brinks)


(o charme do bola-de-pêlo coadjuvante!)

Os toys de pano mais ***fOfUxOs*** da galáxia