Arquivo da categoria: lendo coisa véia

#GlennGreenwald

Glenn Greenwald Is Ralph Nader

[…] Aprendeu a guardar o celular na geladeira, sem a bateria, para não ser rastreado nas cidades do mundo em que desembarcar para trabalhar. O aparelho pode ser transformado em GPS ou microfone por arapongas, mesmo que eles estejam distantes de seus alvos.

[…] ‘O sistema de espionagem conta com 25 mil funcionários diretos e 50 mil prestadores de serviço. É impossível proteger segredos, ainda mais na era digital’. São dois bilhões de e-mails e dois bilhões de telefonemas capturados diariamente pelos EUA, segundo conta.

O problema é dissecá-los. ‘Estudos mostram que o serviço de espionagem colheu evidências suficientes sobre o 11 de Setembro, antes do atentado. […]

[…] Bradley Manning, o militar que vazou informações ao Wikileaks […] ‘Ele mostrou muitos crimes [como militares americanos matando jornalistas no Iraque do alto de um helicóptero]. Ninguém foi processado, só quem os divulgou. Ele não machucou ninguém. Isso dá vergonha’.

Amor em tempos de guerra

+internacional
+internet

Papagoiaba no Facebook

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Redes sociais – compartilho da opinião

(…) redes sociais não são muito confiáveis: eles vivem mudando suas interfaces, sendo comprados, indo à falência, sendo abandonados, então no longo prazo é importante que a banda tenha um site próprio pra não ser pego de calças na mão pela TPM do Rupert Murdoch um dia.

Outra máxima na discussão sobre essas ferramentas e música no Conector:

(…) muitos artistas fazem marketing digital naturalmente, parecendo fluir junto com o processo artístico (segue o Emicida no Twitter pra tu ver…)

+música
+tecno

Rei ‘salva’ vida de transeunte da gagueira

(…)

Foi abordada por Roberval Uzeda, 45, funcionário público, que anunciou: ‘Olha aí, eu tenho uma pra contar. Eu era gago, e o Roberto Carlos me tirou da gagueira. Salvou a minha vida, brother!‘.

O homem olhou para a câmera e cantarolou uma estrofe de Como É Grande o Meu Amor por Você. Explicou: ‘Cantei isso pra minha negona, deixei de gaguejar e ganhei a mina. Hoje, quando a gente se encontra, é o maior ‘love’. É pra televisão?‘.

Eduardo Coutinho faz audição para novo projeto no Rio

Jornal de domingo – Ensaio sobre a gagueira e +

Jornal de domingo (passado) – Cristina, fina?

(…)

Até as fofocas sobre Cristina ganharam um tom pungente. Como a crise de choro e gritos a bordo do avião presidencial de Florencia, 19, filha da presidente, levada à cúpula do G20, em Seul. ‘Mãe, não quero que você se candidate outra vez. A política levou meu pai e vai levar você também‘.

Cristina também foi a primeira líder da América Latina a aprovar o casamento gay. Mas só depois de uma viagem que já tinha agendada ao Vaticano. ‘Não estraguem a minha viagem para ver o papa!’, reclamou a um político que pedia celeridade ao projeto de lei.

(…) pela primeira vez os estudantes da Argentina ficaram atrás do Brasil nas notas de matemática, ciências e leituras do exame internacional Pisa. O Brasil está em 53º lugar e a Argentina em 58º, ambos atrás de Chile, México, Colêmbia e Uruguai.

Na última revista Serafina, da Folha.

Jornal de domingo – Cristina no ‘Sítio’

(ainda na Serafina) Sílvio 80

(…) à 1h da madrugada soou o alarme de roubo em sua casa no Morumbi. Vestindo um pijama, ele acalmou a mulher e as filhas e levou-as para um quarto blindado. A partir daí foram cenas de um filme policial. Trinta militares cercaram sua casa, um helicóptero da polícia sobrevoou o local e logo uma pequena multidão se posicionou em frente à sua casa. Por sorte o ‘invasor’ era um galho de árvore que caiu na cerca eletrificada.

Serafina

Jornal de domingo – ‘Mick se vê como o CEO dos Rolling Stones’

Mick é muito envolvido com as capas dos CDs sob um ponto de vista puramente financeiro. Isso porque uma banda como os Rolling Stones faz muito mais dinheiro com a capa do que com a música, já que a capa é a origem dos artigos de merchandising. Quando fiz a capa de Bridges to Babylon, ele pediu para criar algo que fosse como um logotipo, que servisse no palco e também em bonés de beisebol, em camisetas, em jaquetas de couro… Foi feito de tudo com o logo do álbum. Venderam 2 ou 3 milhões de cópias do disco, mas venderam um número de camisetas que gerou uma renda muito maior. Fiquei surpreso em ver que alguém que já tem tanto dinheiro ainda leva o dinheiro tão a sério. Mick é um homem de negócios e se vê como o CEO dos Rolling Stones.

O designer austríaco Stefan Sagmeister, em passagem pelo Brasil, na revista sãopaulo, da Folha de semaaaaana passada.