Arquivo da categoria: livros

Arca de Noé >> um sonho ilustrado

Entenda

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MAPA, nova revista de literatura!

Mais uma da Arte & Letra, de Curitiba, editora e cidade pródigas em produtos literários >> é de lá por exemplo o Rascunho, único jornal do país sobre o assunto;

Agora a mesma casa editorial [que funciona numa casa mesmo >> e linda, por sinal] da revista literária homônima e de outras publicações-fetiche, lança a revista MAPA, de saborosa leitura, e que neste número inicial traz uma espécie de dossiê sobre romances de cunho autobiográfico, a partir do fenônemo escandinavo iniciado por A Morte do Pai [na mesma edição ainda tem Salinger, Kerouac, Daniel Galera…]

E ainda por cima ela é GRATUITA, e pra receber em casa sem pagar nada [mesmo!], é só escrever pros caras >> mapa@arteeletra.com.br.

Toda sorte nessa nova empreitada!!

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MORRISSEY >> ~se o seu cabelo está mal, toda a sua vida irá mal~

As discotecas são refúgios para deficientes mentais. Feitas por gente imbecil para gente imbecil

Em sua inflamada retórica, comer carne é um crime atroz ‘do mesmo nível moral que o abuso de menores. Dá na mesma. Os animais são como crianças, recorrem a nós em busca de proteção. Nosso dever é protegê-los’, Mozz diz no documentário ‘The Importance of Being Morrissey’, de 2002.

No mencionado documentário, perguntaram a Morrissey se ele gostava de futebol: ‘Se ao invés de se jogar em cima da bola, o fizessem com um político, me interessaria. Se chutassem a Tony Blair em vez de um objeto esférico, eu seria cativado pelo futebol’.

4. Corte o cabelo. A questão do penteado não admite discussão no universo de Morrissey, uma vez que ‘se o seu cabelo está mal, toda a sua vida irá mal’. Um novo penteado pode mudar completamente a sua visão da vida e as suas ideias políticas… O cabelo governa o corpo… É um fato indiscutível!’. De forma que tudo bem se você for afeminado, mas fique advertido de que ‘cabelo comprido é uma ofensa imperdoável que deveria ser punida com a morte’.

David [Bowie] me disse: ‘Houve tanto sexo e tantas drogas na minha vida que não consigo acreditar que ainda esteja vivo’, ao que eu repliquei elevando a voz: ‘Houve TÃO POUCO sexo e tão poucas drogas na minha que não consigo acreditar que ainda esteja vivo’ (página 245).

‘Quando ouço alguém dizer que sou ‘um pouco excessivo’ (o que é uma maneira amável de dizer que você é ‘insuportável’), entendo por que pensam isso. Eu digo a mim mesmo que é verdade, sou um pouco excessivo – se não fosse, os holofotes não me iluminariam’.

Dez regras para todo homem (segundo Morrissey)

+Mozz

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~Deus me livre da loucura razoável~

[…] Mônica encaixa seu smartphone coreano entre pincéis atômicos e crayons no estreito anteparo da prancheta inclinada onde desenha a carvão sketches quase abstratos de modelitos pro curso de estilismo de uma faculdade com nome de santa situada num bairro com nome de ave de caça no plural.

[…] ‘Mãe é uma mulher que ficou louca, como diz um amigo da Vanessa Barbara’.

‘[…] Deus me livre da loucura razoável.

[…] ‘Penso em cinema antes, durante e depois do sexo’, responde o cinéfilo apaixonado, fazendo um carinho de leve num dos peitinhos da atual companheira de sofá.

Conto inédito de Reinaldo Moraes inspira editorial de moda

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‘Falo pela minha diferença / e não sou tão estranho’

 

[…]
Não sou Ginsberg expulso de Cuba
Não sou uma bicha fantasiada de poeta
Não preciso de fantasia
Aqui está a minha cara
Falo pela minha diferença
Defendo o que sou
E não sou tão estranho
[…]
Mas não me fale do proletariado
Porque ser bicha e pobre é pior
[…]
Você sabe que a hombridade
Não a aprendi nos quartéis
Foi a noite quem me ensinou a hombridade

Pedro Lemebel

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