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O julgamento de Tom Zé pela geração coca cola no ‘Tribunal do Feicebuqui’

Que é que custava morrer de fome só pra fazer música?

Trecho de música nova do Tom – Tribunal do Feicebuqui (como tambem se chama o EP em que ela está, gravado com expoentes da nova MPB como Emicida, Trupe Chá de Boldo, O Terno e Tatá Aeroplano. ‘Parecia que eu estava no tempo da tropicália’, ele disse em matéria na Ilustrada, da Folha de hoje).

A canção foi composta em resposta às críticas por ele ter narrado um comercial da Coca-Cola sobre a Copa do Mundo. Tom Zé já tinha composto uma música homônima para o guaraná Taí nos anos 1970, marca que pertence à mesma fabricante de bebidas.

No mesmo texto da Folha, Tom promete doar os R$ 80 mil que recebeu pela publicidade a um grupo musical que o recusou na adolescência. Tribunal do Feicebuqui, o EP, ainda traz músicas como Papa Francisco Perdoa Tom Zé (impagável!). Ele segue agora na gravação de um disco completo.

TEM A VER: Tom Zé sendo… Tom Zé!

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MC Federado e os Lelek’s em comercial da Mercedes Benz!!!

Simplesmente o melhor anúncio a aparecer até agora em 2013! (parabens à agência que o realizou)

E pra quem esteve fora de órbita nos últimos tempos, eis MC Federado e os Lelek’s, ponta de lança de um dos estilos musicais brasileiros de maior alcance global na atualidade (alem do sertanejo universitário e do tecnobrega), a nossa verdadeira música pop, doa a quem doer – e sorte de quem souber curtir o momento, sejam eles ou quem não tem preconceito sonoro:

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Duda Mendonça tira a máscara

O publicitário baiano, a princípio, resiste em tirar uma máscara vermelha de Carnaval ao posar para um retrato no camarote da revista Contigo!, em Salvador, anteontem. ‘Fiquei sem máscara o ano inteiro…’

Diz que o mensalão já é página virada. ‘Tô relaxando’, sorri o ex-réu, que foi absolvido pelos ministros do Supremo Tribunal Federal. E sai cantarolando, dando uma requebradinha: ‘Ôôôôô!’.

Na sacada do camarote, fala sobre política enquanto os trios elétricos passam. Acha que Dilma Rousseff, candidata à reeleição em 2014, e o governador Eduardo Campos (PSB-PE), de Pernambuco, possível candidato, são ‘a mesma coisa’. E anuncia: Vou estar em um dos lados. Vai dar um rebuliço…’

Em 2014, tem outra meta: eleger Paulo Skaf (PMDB), presidente da Fiesp, governador de SP. (…)

Sobre Gabriel Chalita, que também quer ser candidato pelo PMDB, diz, com um sorriso: ‘O Chalita não existe’.

Na coluna da Mônica Bérgamo na Folha de hoje, quase ontem já;

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O impasse das marcas na literatura, por Daniel Galera

A primeira palavra que li, aos 4 anos e pouco, foi Sucrilhos. Vivemos em um mundo entupido de marcas e publicidade. Se concordamos que esta é uma das substâncias básicas da vida moderna, somos forçados a concluir que é impossível escrever ficção contemporânea realista sem personagens que adotam ou rejeitam determinadas marcas e produtos. Depois de dizer que um personagem usa camiseta com o logotipo da Dolce&Gabana no peito, não precisamos dizer mais nada sobre ele.

Fábrica de sonhos e burgers – descobri que havia um histórico perturbador de processos por causa de menções a marcas, empresas ou produtos em contexto negativo dentro de livros de ficção

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