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O Restart reergueu a MTV >> mas o Criolo e o Emicida a mataram [what??]

Em 2009 apostamos na banda Restart, foi um risco que gerou um alto ibope. Risco porque nos rendemos além da conta ao movimento criado pela banda. Quando, em 2011, voltamos a ser conceitual, acreditando nos trabalhos de Emicida e Criolo, o ibope caiu.

Zico Goes, diretor de programação da [moribunda] MTV

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A MTV Brasil vai morrer a 20 dias de seu 23º aniversário. Chegou à maioridade, mas talvez não tenha nascido destinada a alcançar, de fato, a maturidade. Afinal, maturidade é coisa à qual juventude nenhuma sobrevive. […]

Quem tem saudade da programação dos ‘velhos tempos’ e sonha com a volta do Disk MTV, no entanto, pode começar a aceitar os cabelos brancos. A nova MTV é para o novo jovem, o tal millennial. ‘Temos de lembrar que os jovens na época do antigo Disk MTV ou de atrações já não são mais os mesmos. O tempo passou, o mundo mudou, as redes sociais estão aí, precisamos pensar com a cabeça do jovem de hoje, não com a do jovem de ontem’, define [Thiago] Worcman [‘marido de Carolina Dieckmann’].

Na Rolling Stone [volte ao link daqui a uns dias pra ver se já liberou]

TEM A VER – Por que a geração Y [millenials] é infeliz?

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Jon Draper

Tudo nele parece grande demais – a mandíbula máscula, os ombros de estivador e, claro, a cabeça enorme de 19cm de diâmetro. ‘Tenho a segunda maior cabeça de qualquer pessoa que já apresentou o Saturday Night Live’, Hamm afirma. Respondendo à pergunta óbvia de quem tem a maior cabeça: ‘Ben Affleck. Eu achava que tinha a cabeça grande até conhece-lo. Filho da mãe. Não coloque palavras na minha boca, mas tenho quase certeza de que é de, pelo menos, 20cm.

Lembre-se disso na próxima vez em que assistir a um episódio: Don Draper pode estar com um iPhone no bolso da calça.

‘Nenhum de nós foi atraído pelo show business porque era alguém seguro’

(…) quando as pessoas se sentem na liberdade de criar sites de fotos sobre meu pau, sinto que isso não fazia parte do acordo. (…) ‘Deixa pra lá’, diz. ‘Acho que isso é melhor do que ser criticado pelo contrário disso’.

Rolling Stone Brasil

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O outing* do Falabella na capa da Folha de hoje

‘Meus programas sempre têm um doido, um psicótico, um travesti. Sou excêntrico e pago um preço pela excentricidade’.

O preço, ele diz, é estar longe de ser um campeão de ibope ou não ver suas criações passarem no ‘Vale a Pena Ver de Novo’ (‘Se passar à tarde, sei que alguma coisa deu errado’.)

‘É a minha maneira de fazer ativismo. Não preciso sair sacudindo bandeira na parada gay. Há outras maneiras de dizer às pessoas que isso tudo é uma grande bobagem, que todo mundo morre no final. Então, vamos ser felizes com quem a gente escolhe ser feliz’.

‘(…) Nunca fiz número nem saí posando de outra coisa.

Nunca escondi o que eu era para ninguém’.

(…) ‘Eu era um jovem muito delirante, com essa capacidade de inventar o tempo inteiro. Não posso fazer nada. Sou assim, minha cabeça não para’ (…)

(…) a crítica massacrou o espetáculo [A Partilha] (‘inclusive a Folha.

Mas o crítico era bem bonitinho. Dava até pra pegar”, ri Miguel).

O grande trauma aconteceu nos anos 1980, quando ‘me mataram de Aids’, conta. Uma revista surgiu com o boato de que ele tinha a doença e sugeriu que desmentisse com um exame. A publicação então espalhou cartazes nas bancas em que se lia ‘Falabella’, em letras grandes, ‘diz que não tem’, em letras pequenas, e então, novamente enorme, ‘aids’. Diante da repercussão, mal podia sair na rua.

(…) ‘Gosto de andar de chinelo. E as pessoas me olham estranho, né, porque em São Paulo não se usa [sair de chinelo]’, diz o ator. ‘Outro dia, uma mulher me parou e falou: ‘ai, Falabella, anda melhorzinho!’ Eu tava todo molambento’.

Trechos da boa matéria na revista Serafina;

*outing

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Lena Dunham em três atos

Você não vai encontrar um hipster que não seja secretamente louco por ela [Britney] e pela Beyoncé

Crescemos com as mídias sociais, convivemos em paz com a falta de privacidade

Minha turma se formou na faculdade no meio da crise econômica e completou o curso à base de Ritalina.

A atriz de 26 anos criadora e protagonista da série sensação Girls (HBO), que ganhou na última noite o Globo de Ouro de melhor atração de comédia e performance feminina, em entrevista para matéria na mesma Folha, de ontem.

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