Arquivo da categoria: Jornalismo

Rodrigo Amarante >> ‘faculdade de jornalismo foi depressão do caralho’

Eu gosto de estar sozinho, mas não gosto de solidão.

Minha saudade é uma coisa que cultivo sem o menor sofrimento.

Se não tivesse feito jornalismo, não estaria no Los Hermanos. Conheci pessoas incríveis naquela faculdade, mestres, pessoas que viraram professores. O curso em si foi uma depressão do caralho. Enfim, estudei muito, tive aulas maravilhosas, aprendi francês. Mas não me formei porra nenhuma. Tivemos de sair antes. Bruno [Medina, tecladista] conseguiu se formar, sei lá como.

Ele é como se fosse família, um irmão. A gente cresceu e aprendeu a ser adulto junto. Digo que grande parte de eu ter virado compositor era de ver o Marcelo compondo e querendo fazer parte de um diálogo com ele.

R.Stone

+Los Hermanos

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MAPA, nova revista de literatura!

Mais uma da Arte & Letra, de Curitiba, editora e cidade pródigas em produtos literários >> é de lá por exemplo o Rascunho, único jornal do país sobre o assunto;

Agora a mesma casa editorial [que funciona numa casa mesmo >> e linda, por sinal] da revista literária homônima e de outras publicações-fetiche, lança a revista MAPA, de saborosa leitura, e que neste número inicial traz uma espécie de dossiê sobre romances de cunho autobiográfico, a partir do fenônemo escandinavo iniciado por A Morte do Pai [na mesma edição ainda tem Salinger, Kerouac, Daniel Galera…]

E ainda por cima ela é GRATUITA, e pra receber em casa sem pagar nada [mesmo!], é só escrever pros caras >> mapa@arteeletra.com.br.

Toda sorte nessa nova empreitada!!

+livros

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#GlennGreenwald

Glenn Greenwald Is Ralph Nader

[…] Aprendeu a guardar o celular na geladeira, sem a bateria, para não ser rastreado nas cidades do mundo em que desembarcar para trabalhar. O aparelho pode ser transformado em GPS ou microfone por arapongas, mesmo que eles estejam distantes de seus alvos.

[…] ‘O sistema de espionagem conta com 25 mil funcionários diretos e 50 mil prestadores de serviço. É impossível proteger segredos, ainda mais na era digital’. São dois bilhões de e-mails e dois bilhões de telefonemas capturados diariamente pelos EUA, segundo conta.

O problema é dissecá-los. ‘Estudos mostram que o serviço de espionagem colheu evidências suficientes sobre o 11 de Setembro, antes do atentado. […]

[…] Bradley Manning, o militar que vazou informações ao Wikileaks […] ‘Ele mostrou muitos crimes [como militares americanos matando jornalistas no Iraque do alto de um helicóptero]. Ninguém foi processado, só quem os divulgou. Ele não machucou ninguém. Isso dá vergonha’.

Amor em tempos de guerra

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