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‘Barba, nunca mais’

Lula se curou do câncer, mas está triste com um efeito colateral do tratamento. Ele descobriu que nunca mais voltará a usar a barba que foi parte inseparável de sua figura pública desde os tempos de liderança sindical, nos anos 70. As sessões de quimioterapia danificaram de forma definitiva a grande maioria dos folículos capilares, que perderam a capacidade de fazer crescer pelos no rosto do ex-presidente.

Na Veja;

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Trechos de letra de música: Otto – ‘Ela Falava’

Ela me falava de coisas ruins
Até de futebol, até de futebol

Ela me falava de coisas ruins
De curtir cultura pop

Ela me falou do jogo em que Pelé a seduziu
E me pariu

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Foto do dia (de ontem já): protesto contra Renan Calheiros na cerimônia de posse como presidente do Senado

Uma vergonha só a quantidade de gatos pingados – se todo mundo que reclamou na internet tivesse ido, esse gramado estaria melhor ocupado (mas Brasília – longe de tudo, com tudo longe – foi feita justamente pra desencorajar esse tipo de manifestação…)

E uma grande vaia tambem para os maiores portais do Brasil, que simplesmente não disponibilizaram a foto para copiar e colar e/ou salvar o endereço do link (essa eu peguei no Google Images).

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Jornal de domingo – Marx: ‘Abençoado o que não tem família’

Quando Karl Marx morreu em Londres, em 1883, pouco antes de completar 65 anos, trazia no bolso um retrato do pai. O corpo foi enterrado com a foto. A situação é tão mais comovente por o retrato ter sido encontrado no bolso do mesmo revolucionário antiburguês que, anos antes, escrevera ao amigo Friedrich Engels, coautor do Manifesto Comunista: ‘Abençoado aquele que não tem família‘ -e que entrara na vida adulta tentando se livrar do jugo paterno.

Marx, o Jovem, fechado, na Ilustríssima da Folha.

ATUALIZAÇÃO – ainda do mesmo texto:

Segundo a filha Eleanor, relatando o que ouvira das tias, o pequeno Karl fora um ditador que subjugava as irmãs, obrigando-as a lhe servir de montaria e a comer bolos de lama. E as irmãs se submetiam a todas as suas fantasias, só para depois poder ouvir, como prêmio, as histórias que ele lhes contava.