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(pensei num título para este post, mas ‘tava’ com preguiça…)

O assunto tem me perseguido ultimamente…:

(1)

… seja neste trecho do livro que eu estou lendo – Nada me Faltará, do Lourenço Mutarelli (emprestado pelo meu irmão):

(…) É meio que um modismo. Não vejo mal nenhum nisso de ficarmos desmotivamos. E eu não estou falando só de mim, acho que essa coisa de ficar sem vontade, desmotivado ou cansado, não tem nada a ver com depressão. Isso é uma coisa corriqueira. É o preço disso tudo, dessa estrutura que criamos e que acaba nos consumindo. (…)

Você sabe do que eu estou falando. Falo da forma como a sociedade se constituiu. Falo de nossas rotinas, dos compromissos (…)

(2)

… neste texto quase que fundamental sobre o assunto, capa do último Ilustríssima, da Folha:

Apologia da preguiça

(3)

… em post passado deste mesmo blog:

Jornal/revista de domingo – ‘ A partir de uns versos de catulo’

(4)

… e agora neste sensacional ciclo de conferências sobre o tema, a partir de agosto no Sesc Vila Mariana, em São Paulo:

Mutações – Elogio à preguiça

+arte e sociedade

UPDATE – Tirinha do Adão na Folha de 31.7:

E nos Estados Unidos, ‘preguiçosos’ (só não sei como eles chegam a esse critério sem nem conhecer o sujeito), são limados logo de cara em processos de seleção.

 

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Mutarelli vai interpretar texto dele no Itaú Cultural

Era uma quinta-feira, completávamos sete anos de casados. Como sempre, você havia feito a torta de chocolate que comeríamos após a troca dos presentes. Por este motivo resolvi não te contar que havia sido demitido. Enquanto me barbeava notei uma ferida em minha fronte, mas, por ser o nosso aniversário, fingi não tê-la visto.

Eu te dei um anel que parecia um brilhante, você me deu uma gravata que fingia ser de seda. Ah! Antes que eu me esqueça, foi durante o jantar que percebi uma ferida, igual a minha, em seu pescoço. Mas era o nosso aniversário de casamento…

No dia seguinte saí cedo, fingi ir trabalhar, mas passei o dia sentado em uma sarjeta olhando as pessoas a passar, tentando imaginar para onde iam, ou quantas como eu fingiam ir a algum lugar. No banho dessa manhã notei outras feridas pelo meu corpo. Foi um longo dia, como todos de minha vida. Pensei em tentar acreditar em deus…mas não sabia o que era preciso para isto. Talvez baste apenas dizer…eu acredito! E assim as pessoas pensariam que de fato acredite. Sentia-me assustado.

Texto que Lourenço Mutarelli irá interpretar em evento ainda sem data no Itaú Cultural (pelo menos no site não consta nada), mas que se chamará Autores em Cena; vi nA Biblioteca de Raquel.

+Mutarelli

Estadão de quarta – 2: ‘Hypado, o Mutarelli’

Miguel e os Demônios, de Lourenço Mutarelli, vai virar filme. Com roteiro de Tadeu Jungle, Marcelo Muller e Estela Renner.

Tambem ontem n‘OESP (sem link direto porque a coluna Direto da Fonte, da Sonia Racy, de tão ‘exclusiva’ [sic] é ‘fechada’ na internet).

Assusta um livro lançado há menos de dois meses já ser preparado para o cinema? Quando entrevistei o Mutarelli para o Diário do Grande ABC em 2008, durante a Bienal do Livro de São Paulo daquele ano, ele me revelou que todos, simplesmente TODOS os livros dele, já escritos ou que ele venha a escrever, serão transformados em filme. É cláusula contratual.

Duas palavras: Mo-ral!

+Mutarelli @ Papa

Mutarelli superstar

Nunca mais vou atuar! Imagem toma conta de tudo. As pessoas que antes te tratavam mal agora tratam bem, detesto bajuladores. Outro dia estava no banheiro de um cinema, quando um cara me estende a mão. E eu ali, com as mãos ocupadas… Que situação!

Do novo Brasil Econômico (ou o ‘jornal da folha rosa‘).

E as capas dos ‘novos’ livros do Mutarelli*??

UPDATE: a Companhia das Letras, editora que publica o Mutarelli atualmente, passou pelo Twitter o link para a matéria no blog do autor dela, o Ronaldo Bressane.

E as capas dos ‘novos’ livros do Mutarelli*??

Do blog do Kiko Farkas, ou o homem por trás do Máquina Estúdio, de estas e outras belíssimas capas.

Os livros ainda não foram lançados, o que só acontece no fim do mês, mas a pré-venda acontece.

As aspas em ‘novos’ são porque O Natimorto é uma re-edição (ainda não sei como essa palavra fica com a nova ortografia, my bad…).

*Lourenço Mutarelli