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‘Brasil terá um programa espacial relevante por volta de 2060’

Sempre calcado em dados estatísticos, tendências e fatos históricos, Friedman revela um futuro surpreendente. Um século XXI em que o terrorismo islâmico se aferrece, a China se fragmenta e a Turquia, a Polônia e o Japão surgem como novas potências globais, um patamar abaixo dos EUA. Enquanto a Turquia controlará quase todo Oriente Médio, o México se aproveita de sua posição estratégica, com acesso ao Atlântico Norte e ao Pacífico, para se tornar a maior potência latino-americana, pronto para desafiar os EUA na disputa pelo coração do mundo a partir de 2080.

Em entrevista ao Valor, o consultor de grandes corporações fala dos desafios do Brasil – que, segundo ele, terá um programa espacial relevante por volta de 2060.

Cinema: quando o assunto é mercado exibidor, México ‘chuta a bunda’ do Brasil

O Brasil pode ter mais complexos para a exibição de filmes do que o México (622 contra 530), mas a quantidade de salas de cinema naquele país da América do Norte – 4497 – é mais que o dobro das existentes por aqui: 2145.

É o que revela o estudo ‘Dados Essenciais da América Latina’, produzido pela Nielsen EDI, líder mundial em monitoramento cinematográfico, uma divisão da The Nielsen Company.

Os números foram apresentados ontem em São Paulo, na 9ª Feira Internacional da Indústria do Cinema e do Audiovisual (FIICAV), durante a entrega do Gold Reel Award, que reconhece os melhores da indústria cinematográfica brasileira e chega à terceira edição em 2009.

Números

Tanto bilheteria (US$ 546,8 milhões) quanto público (184,7 milhões de espectadores) do cinema mexicano, ultrapassam de longe o brasileiro: US$ 326,7 milhões em faturamento e 91,2 milhões de pagantes. Todos os dados se referem ao ano de 2008.

A explicação para o mal desempenho do Brasil perante o México (além da proximidade deste país com os Estados Unidos), ainda pode ser explicada pelo valor médio do tíquete pago por aqui, de US$ 3,58, contra US$ 2,96 do mexicano, o menor preço do continente, logo a frente da Colômbia (US$ 2,97).

Com isso, a média de ingresso per capita no Brasil é de 0,50 por habitante, a segunda menor entre os seis países latino-americanos pesquisados pela Nielsen (México, Venezuela, Colômbia, Argentina e Chile – além do Brasil), perdendo apenas para os colombianos, com 0,47. O México domina novamente neste quesito: 1,76.

Outros dados

– O Chile tem a menor quantidade de cinemas (48), salas (285) e bilheteria (US$ 50,7 mi), o que pode ser explicado pelo baixo público do país, de somente 11,6 milhões de pessoas.

– Apesar disso, paga-se caro para ver um filme no Chile, US$ 4,36 em média, mas não mais do que na Venezuela, recordista do continente: US$ 5,12.

 

Sondagem revela os hábitos de entretenimento dos brasileiros

E já que só fala em México…

A Matrix é um sistema, Neo. Esse sistema é nosso inimigo. Mas, quando estamos dentro dele, o que vemos? Executivos, professores, advogados, marceneiros. As próprias mentes das pessoas que tentamos salvar. Mas, até conseguirmos, eles ainda são parte do sistema e isso as torna nossas inimigas. Você tem que entender, muitos deles não estão preparados para desconectar-se. E tantos estão tão habituados, inertes, tão dependentes do sistema, que lutarão para protegê-lo.

Interessante comparação que a jornalista Simone Siman fez sobre as motivações do Movimento Zapatista.

Estiquemos a pele da mulher, poeira e literatura

Cheguei à Cidade do México, Distrito Federal, em 1967, ou talvez em 1965 ou 1962. Não me lembro mais das datas nem das peregrinações, só sei que cheguei à Cidade do México e não saí mais daqui. Estiquemos o tempo como a pele de uma mulher desacordada na sala de operações de um cirurgião plástico.

(…) Auxilio, me diziam, pare de zanzar pela sala, deixe esses papéis em paz, mulher, que a poeira sempre se entendeu com a literatura.

Façam um favor a si mesmos e percam um pouquinho só de tempo (muito bem perdido, diga-se de passagem) com a amostra grátis de Amuleto, do Roberto Bolaño, liberada no site da Companhia das Letras.