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‘É uma época interessante para ser #MileyCyrus’ [essa feminista]

‘Acho que é um momento importante para não procurar meu nome no Google’

‘Ninguém fala do homem por trás da bunda. Foi muito ‘Miley se esfrega com Robin Thicke’, mas nunca ‘Robin Thicke encoxa Miley’. Só falam sobre quem se inclinou, então, obviamente, há dois pesos e duas medidas’.

Kanye West > ‘Não acredito em muitos artistas mais do que em você agora’.

Estacionada perto de nós há uma Range Rover preta. ‘Não vou mentir’, diz. ‘Acho que pode ser do Bieber’. Pergunto se ela anda com ele. ‘Um pouco’, conta, ‘mas não muito. Não sou tão mais velha que ele, então nunca quero sentir que estou sendo uma mentora. Só que sou isso de certa forma, porque estou nesta há muito tempo, já fiz a transição, e acho que ele ainda não chegou lá. Ele está tentando muito’. Ela acrescenta: ‘As pessoas não o levam a sério, mas ele realmente sabe tocar bateria, guitarra, cantar. Não quero vê-lo estragar tudo, que as pessoas pensem que ele é como o Vanilla Ice. Eu digo: ‘Você não quer virar uma piada. Quando sair, não faça merda, não fique sem camisa. Só que’, ela ri, ‘acho que os meninos estão sete anos atrás, então a cabeça dele é de, tipo, 12 anos’.

Já em Los Angeles, o telefone dela apita. ‘É por isso que amo tanto o Pharrell’, ela conta, e lê em voz alta uma mensagem que ele enviou. Tem pelo menos mil caracteres e ela rola a tela. ‘O VMA não foi nada mais do que Deus ou o Universo te mostrando o poder de tudo o que você faz’, diz um trecho. ‘É como o urânio – tem o poder de acabar com vidas ou dar energia a países inteiros. Agora que você viu seu poder, domine-o’.

‘Você não é um desastre’, ele diz no fim da mensagem. ‘Você é quem conduz todo mundo’.

 Íntegra @ RS>BR

+música

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O Restart reergueu a MTV >> mas o Criolo e o Emicida a mataram [what??]

Em 2009 apostamos na banda Restart, foi um risco que gerou um alto ibope. Risco porque nos rendemos além da conta ao movimento criado pela banda. Quando, em 2011, voltamos a ser conceitual, acreditando nos trabalhos de Emicida e Criolo, o ibope caiu.

Zico Goes, diretor de programação da [moribunda] MTV

M[illenials]TV

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Nova classe média: 3 coisas

(1)

‘(…) Temos a emergência no Brasil, de uma nova classe C, que é conservadora e vinculada ao consumo e à família. A palavra de ordem é sucesso, e não mobilização social’.

(2)

‘(…) O carro é zero quilômetro e os eletrodomésticos de sua casa estão todos atualizados, incluindo computador e tevê de alta definição (…)

‘(…) As famílias que ascenderam não tinham nada. Quando a renda melhora, todo o ganho vai para o consumo imediato’ (…)

(3)

O que me leva a lembrar disso:

(os dois primeiros trechos são da revista Samuel)

+Brasil

A MTV ‘do começo’: coelhinhas, treinadores de animais, pirotécnicos, vendedores de gelo seco, cocaína e anões

‘Os clipes geraram trabalho para modelos da ‘Playboy’, coreógrafos, treinadores de animais, pirotécnicos, vendedores de gelo seco, de cocaína e anões (que tinham presença constante nos vídeos musicais)

Livro de jornalista remonta história da MTV americana

+tv

Frases aleatórias condensadas

O exemplo mais extremo talvez seja o Uruguai, cujo governo chamou os jornalistas de ‘vermes’, ‘palhaços’ e ‘filhos da puta’, aponta o documento.

Texto de Moacir Assunção no Oesp de hoje, sobre o novo relatório da Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP), que também não poupa críticas à Lula (por isso daqui, entre outras coisas) e ao Brasil.

 

Sua morte inesperada foi a primeira entre as celebridades na era da Internet, quando as notícias viajavam instantaneamente ao redor do mundo, alimentando uma insaciável fome de informação 24 horas por dia.

Filmes pornôs são mais perfeitos que os nossos porque eles estão trepando de verdade.

Um anônimo diretor inglês declarou à revista New York: “Ele estava em estado de ansiedade terrível durante o Oscar. No dia depois da premiação ele me disse: ‘Nunca mais vou fazer um filme bom, ele acreditava que não valia a pena. (…) Acho que houve uma espécie de mudança depois dos Oscars, e não foi uma coisa muito boa”.

Trechos de Heath Ledger – O astro sombio de Hollywood.

 

Que Capitu me perdoe, mas a Emília é o maior personagem feminino da literatura brasileira.

Tatiana Belinky (já recebi um prêmio – ui! – das mãos dela).