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‘É uma época interessante para ser #MileyCyrus’ [essa feminista]

‘Acho que é um momento importante para não procurar meu nome no Google’

‘Ninguém fala do homem por trás da bunda. Foi muito ‘Miley se esfrega com Robin Thicke’, mas nunca ‘Robin Thicke encoxa Miley’. Só falam sobre quem se inclinou, então, obviamente, há dois pesos e duas medidas’.

Kanye West > ‘Não acredito em muitos artistas mais do que em você agora’.

Estacionada perto de nós há uma Range Rover preta. ‘Não vou mentir’, diz. ‘Acho que pode ser do Bieber’. Pergunto se ela anda com ele. ‘Um pouco’, conta, ‘mas não muito. Não sou tão mais velha que ele, então nunca quero sentir que estou sendo uma mentora. Só que sou isso de certa forma, porque estou nesta há muito tempo, já fiz a transição, e acho que ele ainda não chegou lá. Ele está tentando muito’. Ela acrescenta: ‘As pessoas não o levam a sério, mas ele realmente sabe tocar bateria, guitarra, cantar. Não quero vê-lo estragar tudo, que as pessoas pensem que ele é como o Vanilla Ice. Eu digo: ‘Você não quer virar uma piada. Quando sair, não faça merda, não fique sem camisa. Só que’, ela ri, ‘acho que os meninos estão sete anos atrás, então a cabeça dele é de, tipo, 12 anos’.

Já em Los Angeles, o telefone dela apita. ‘É por isso que amo tanto o Pharrell’, ela conta, e lê em voz alta uma mensagem que ele enviou. Tem pelo menos mil caracteres e ela rola a tela. ‘O VMA não foi nada mais do que Deus ou o Universo te mostrando o poder de tudo o que você faz’, diz um trecho. ‘É como o urânio – tem o poder de acabar com vidas ou dar energia a países inteiros. Agora que você viu seu poder, domine-o’.

‘Você não é um desastre’, ele diz no fim da mensagem. ‘Você é quem conduz todo mundo’.

 Íntegra @ RS>BR

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MORRISSEY >> ~se o seu cabelo está mal, toda a sua vida irá mal~

As discotecas são refúgios para deficientes mentais. Feitas por gente imbecil para gente imbecil

Em sua inflamada retórica, comer carne é um crime atroz ‘do mesmo nível moral que o abuso de menores. Dá na mesma. Os animais são como crianças, recorrem a nós em busca de proteção. Nosso dever é protegê-los’, Mozz diz no documentário ‘The Importance of Being Morrissey’, de 2002.

No mencionado documentário, perguntaram a Morrissey se ele gostava de futebol: ‘Se ao invés de se jogar em cima da bola, o fizessem com um político, me interessaria. Se chutassem a Tony Blair em vez de um objeto esférico, eu seria cativado pelo futebol’.

4. Corte o cabelo. A questão do penteado não admite discussão no universo de Morrissey, uma vez que ‘se o seu cabelo está mal, toda a sua vida irá mal’. Um novo penteado pode mudar completamente a sua visão da vida e as suas ideias políticas… O cabelo governa o corpo… É um fato indiscutível!’. De forma que tudo bem se você for afeminado, mas fique advertido de que ‘cabelo comprido é uma ofensa imperdoável que deveria ser punida com a morte’.

David [Bowie] me disse: ‘Houve tanto sexo e tantas drogas na minha vida que não consigo acreditar que ainda esteja vivo’, ao que eu repliquei elevando a voz: ‘Houve TÃO POUCO sexo e tão poucas drogas na minha que não consigo acreditar que ainda esteja vivo’ (página 245).

‘Quando ouço alguém dizer que sou ‘um pouco excessivo’ (o que é uma maneira amável de dizer que você é ‘insuportável’), entendo por que pensam isso. Eu digo a mim mesmo que é verdade, sou um pouco excessivo – se não fosse, os holofotes não me iluminariam’.

Dez regras para todo homem (segundo Morrissey)

+Mozz

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TATUAGEM

A maior possibilidade de transgressão no cinema atual passa pelas representações do sexo. Por mais que se tenha avançado, a sociedade continua reprimindo qualquer sexualidade que fuja da norma patriarcal.

‘Tatuagem’ […] surge como uma bomba. Suas imagens de sexo quase explícito entre homens revelam um desprendimento que ainda hoje devem incomodar.

A interpretação de Irandhir Santos é um assombro; uma das maiores do século 21, aqui ou alhures. 

[…] ‘Tatuagem’ [,] um filme explosivo e necessário, cuja força ecoará por muitos anos.

Crítica: Ousado, pernambucano ‘Tatuagem’ une o bom cinema à vontade de transgredir

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Sasha ~fuckin’~ Grey

[…] Semanas depois de completar 18 anos, a garota […] ganhou uma ponta em uma cena de sexo grupal que incluía o ator Rocco Siffredi, uma lenda do pornô. No meio da transa, Sasha pediu ao italiano um soco no estômago.

[…] colecionou críticas, principalmente de feministas, que a veem como uma agente de propaganda da exploração feminina e da violência sexual. […] Nos filmes de Sasha […] predominava a satisfação do homem. De muitos deles.

‘[…] não se preocupem, não encontrei Jesus’, ironiza.

[…] E, para horror dos puritanos, faz planos: ‘já tenho em mente meu próximo livro’.

Serafina

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‘É a economia, estúpido’

Para [Alan] Moore, a livre expressão do desejo, reprimida ao longo dos séculos por instâncias morais personalizadas nas religiões (…), perdeu as rédeas quando se descobriu que a boa e velha transa poderia ser, tambem, uma mercadoria.

Moore é uma sumidades no mundo das HQ’s – deu a luz à clássicos como WatchmenV de Vingança,  A Liga ExtraordináriaMonstro do Pântano (e vários outros). Para criar Lost Girls, uma ‘pornografia para toda a família’ em quadrinhos, ele foi atrás dos chamados ‘romances’ [sic], da estirpe dos Sabrinas e Julias da vida:

As leitoras os chamam simplesmente de romances, com associação direta à narrativa de amor, muitas ignorando que romance é o termo usado para uma narrativa ficcional longa sobre qualquer coisa. Mas para elas, o romance se constitui pela temática, não pela forma.

Fonte: revista Jornalismo & Cultura.

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